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Amy Ravens
Retrato de Amy Ravens, sorrindo, de blazer azul marinho e óculos

Oi, eu sou a Amy

Trabalhei por mais de 25 anos em bancos, auditoria e finanças. Eu entendia de números, de controles e de processos.

Mesmo assim, cheguei a ter 9 cartões no limite. Eu não entendia por quê, e a culpa era enorme.

A resposta veio mais tarde, com o diagnóstico tardio de autismo e TDAH (AuDHD). Muita coisa passou a fazer sentido: não era falta de esforço nem de inteligência. Era o meu cérebro funcionando de outro jeito.

Sou mãe solo de uma filha neurodivergente. Sou brasileira e moro na Inglaterra há mais de 10 anos.

Hoje eu junto essas duas partes da minha vida, a experiência em finanças e a vivência neurodivergente, para ajudar outras pessoas a se entenderem com o dinheiro sem culpa.

Trabalhei em banco, em auditoria e em finanças comportamentais. Sabia exatamente o que fazer com o dinheiro de uma empresa. Com o meu, não conseguia.

Adulta, descobri que sou autista e TDAH. De repente, anos de vergonha ganharam outra explicação. Não era caráter. Era cérebro.

Sou brasileira e vivo na Inglaterra há mais de 10 anos. Penso em real e pago em libra. Sou mãe solo de uma filha também neurodivergente.

Criei a Amy Ravens para ser o que eu não tive: alguém que entende de dinheiro e entende de cérebro diferente, ao mesmo tempo.

O que eu sou

  • Mentora e criadora de conteúdo sobre dinheiro e neurodivergência.
  • Profissional com 25 anos em bancos, auditoria e finanças comportamentais.
  • Mulher AuDHD com diagnóstico tardio.

O que eu não sou

  • Não sou psicóloga nem médica. Não faço diagnóstico.
  • Não recomendo investimentos nem faço aconselhamento financeiro regulado.
  • Não vendo fórmula para ficar rica.

Como eu trabalho: com fonte, com resultado, com vivência

Auditoria me ensinou uma regra: se não dá para provar, não entra no relatório. Uso a mesma regra aqui. Cada dado que eu cito tem estudo por trás, e o link fica à vista. Cada método que eu ensino foi testado antes na minha vida. E cada resultado que eu mostro é real, com autorização de quem viveu.